A minha jornada para chamar os EUA lar...

Este post vai ser longo, mas vejo a necessidade de compartilhar a minha jornada porque durante os anos em que pesquisei o que fazer, pouca foi a informação que obtive e as que obtive foram confusas e contraditórias.

Cheguei nos Estados Unidos em fevereiro de 2007 como intercambista. A forma mais barata e segura que tinha para realizar o meu desejo de conhecer o mundo, falar "inglês de verdade" e aprender novas culturas foi através do programa Au Pair. Hoje em dia virou "sonho" de muita garota no Brasil ser au pair, quando eu vim pra cá ainda era um pouco novidade o programa. Pesquisei muito, conheci pessoas maravilhosas que até hoje são minhas amigas, recebi apoio de alguns e critícas de muitos, até mesmo de família. O meu sonho era ir mesmo pro Canadá, aquela terra me atraía de uma forma que não tinha como explicar, mas as condições para obter o visto estavam fora de cogitação. Inglaterra então nem pensar, os olhos da cara! Então tá né, bora pros EUA!

Meu primeiro ano como au pair foi uma maravilha. Morava com uma família americana no subúrbio de New Jersey, com uma distância boa para chegar até NYC com facilidade. E eu aproveitei muito aquele ano com uma querida companheira de viagem também brasileira. Cheguei com uma sede de aprender mais sobre o povo americano pra tentar entender o porque deles serem como são. Até mesmo regras de beisebol o meu host dad me ensinou (apesar de ter esquecido!). Este primeiro ano eu viajei o máximo que pude pela East Coast. E nas minha férias eu tive que tomar a minha primeira decisão difícil. Ao invés de ir ao Brasil, decidi ir para a Jamaica. Sem saber, joguei a minha última oportunidade de ver minha família fora pelos próximos 6 anos. But anyway... Live is short, so I needed to enjoy right?

Em setembro de 2007 eu decidi que iria extender o programa por mais 1 ano. Pensei em ir para o Brasil, mas se viajasse não teria dinheiro para fazer a renovação do programa porque teria que custear visto, passagem aérea e também pagar as taxas do programa. Foi difícil, mas eu tive que pensar em mim primeiro. Acho que pela primeira vez na minha vida eu pensei em mim. Assinei os papéis resolvi ficar mais um ano nos EUA, visando cumprir os requerimentos para no futuro ir para o Canadá como caregiver. E aí a bomba veio.

Quando fui conversar com a minha família americana, eles me disseram que estavam saindo do programa. Como assim?! Já estava fazendo planos de passar mais um ano com eles e agora eu teria que mudar de família! Tive muito medo e até pensei em desistir, porque já tinha escutado horrores de famílias que maltratam e exploram au pairs (o que infelizmente, continua sendo verdade!). Orei, pedi direção a Deus e segui firme no propósito de passar mais um ano por aqui. Se não dessse certo, voltaria para casa com a sensação de que pelo menos eu tentei.

Como au pair "veterana" eu tinha a opção de escolher pra qual região gostaria de ir. E aqui vale dizer que eu sou a pessoa mais medrosa do mundo em relação a desastres naturais. E vamos ser sinceras que os EUA é um país em que você meio que precisa escolher qual desastre natural você quer lidar... enchente, queimadas, tornados, terremotos... ai terremotos! Já que estava neste impassse, resolvi chutar o balde e falei pra agência que queria ir pra West Coast, de preferência para Califórnia. Ah tá... só você e mais 131343545454666 de meninas querem ir pra Califórnia. E aí a caça a famílias começou.

Entrei em contato com algumas até ter decido por uma família em San Diego, apenas com um bebezinho para cuidar. Estava já empolgada com a família, vendo fotos e empolgada com a experiência de viver numa família multicultural, já que a mãe era indiana e o pai americano. Com a cabeça já em San Diego, recebi a ligação que mudou a minha vida. Uma mãe solteira na região de Sãn Francisco gostou muito do meu perfil e queria uma entrevista comigo. Ali eu quebrei todas as regras da agência de au pair conversando com uma outra família quando já tinha escolhido outra. Mas morar em San Francisco me agradou porque é uma região menos quente que San Diego (é, eu não sou muito chegada ao calor).

Papo vai, papo vem e decidi ir morar com a família de San Francisco. Deu aperto no coração, mas novamente estava fazendo algo que acreditava ser melhor pra mim. Mal sabia eu que tinha tomado uma das decisões mais importantes da minha vida! Através de uma amiga da amiga de uma amiga (bem assim mesmo!), encontrei o meu marido. Na verdade a amiga da minha amiga  estava querendo que os dois ficassem juntos, mas a minha amiga não mostrou o menor interesse por ele por causa de seu físico. Eu fiquei encantada com a inteligência, educação e gentileza dele. Até mesmo na forma em que falava com o garçom. Engraçado que na minha cabeça, eu pensava "se um dia eu casar, quero que meu marido seja como ele!". E nós ficamos amigos, e de amigos e muita insistência minha (um dia conto esta história), nós começamos a namorar.

A vida pra mim parecia realmente um conto de fadas. Eu morava com a madrasta má que me explorava e tinha que cuidar dos "irmãos" menores, mas no final de semana eu ia encontrar o meu príncipe encantado :P. Brincadeiras a parte, o ano de 2008 foi um dos mais difícies da minha vida. Imagina morar na casa de uma pessoa que você sabe que não gosta de você, te critica o tempo inteiro, espera que você faça absolutamente tudo na casa dela e ainda diga muito obrigada por me deixar ser sua escrava! Esta era a minha vida. E por que você não foi embora? Por causa do visto né?! O namoro estava engrenando e eu não queria correr o risco de mudar de família e morar no meio de Iowa somewhere e ela me suportava porque eu cuidava muito bem das crianças.

E foi aí que decidi mudar o meu visto de intercambista para estudante. E aí tinha a opção: eu poderia trocar o meu status de não-imigrante de intercambista para estudante dentro dos EUA, com grande burocracia, mas de uma forma relativamente segura. O ponto negativo é que só no sistema de imigração que o meu status mudou, eu não teria nenhum visto no meu passaporte.  Mas o que isto significa? Significa que se eu saísse dos EUA, teria que obrigatoriamente retonar ao Brasil, passar pela burocracia do consulado americano para obter o visto de estudante caso eu quisesse retornar, sem garantia que seria concedido. Ouuu, poderia terminar o meu programa au pair, retornar ao Brasil com a passagem paga pela agência e tirar o visto de estudante no Brasil. Pooooooorém, o ponto negativo é que eu teria que mostrar os tais de vínculos com o Brasil para eles me darem o visto de estudante. Agora me diz como é que eu provo que tenho vínculos no Brasil se eu não tinha absolutamente nada no Brasil!?

Na época eu já estava namorando há alguns meses e tinha certeza de que iria casar com o meu namorado. Coisa de garota apaixonada, mas eu precisava tentar. Já tinha tido um namoro a distância e não foi bem sucedido. Apesar de gostar muito de mim, não tinha certeza de que o relacionamento estava maduro o suficiente pra suportar a distância, caso o visto fosse negado que seria algo indefinido. (Aqui eu me coloco em pé e bato palmas para todas as Kazetes!). Então bora tentar a troca de status dentro do EUA mesmo.

Com a graça de Deus, tudo deu certo e o meu pedido foi aprovado no começo de 2009! Encontrei uma escola de inglês em San Francisco mesmo para tirar a certificação TOEFL e as coisas andavam relativamente bem. Até que fiquei muito homesick. Uma vontade doida de ir pra casa, conhecer minha sobrinha que nasceu enquanto estava aqui. O meu namorado se sentia impotente porque não podia fazer nada para ajudar a minha situação. Aí vocês me dizem: ué, era só ele casar com você que você teria o green card e poderia ver a sua família! Esta resposta seria certa se ele fosse cidadão americano, o que não era o caso. Ele mesmo estava esperando o green card dele ser aprovado desde 2004! Se alguém acha que a imigração é complicada e demorada para conceder green cards por casamento, converse com alguém que esta esperando green card através de trabalho. É a coisa mais confusa que já vi na minha vida! Depende de quando você enviou os documentos, mas também a categoria em que o seu trabalho está e claro, de qual parte do mundo você é!

Então todo mês, nós entrávamos no site da imigração pra olhar o visa bulletin do próximo mês, numa agonizante espera vendo as vezes as datas avançarem algumas semanas e outros meses regressarem por anos! A opção enquanto esperava isto desenrolar era continuar a minha vidinha limitada como estudante internacional, que não é autorizada a trabalhar fora do campus da escola ou universidade. E esperar por um milagre na "fila do green card".

Em 2010, depois de 2 anos de namoro meu amado me pediu em casamento. Foi o dia mais feliz da minha vida! Muito feliz porque o homem que eu amo e que sempre acreditei que seria meu marido me pediu em casamento. Foi o melhor presente de aniversário que eu poderia receber dele! Ligamos para as famílias e todos ficaram muito contentes. Dois dias depois, meu marido dá a idéia de casarmos quando a minha mãe estivesse passando férias conosco, dali a 2 meses. Eu fiquei uma noite inteira sem dormir. Foi rápido, era o que eu queria, mas ao mesmo tempo me dava muita tristeza porque eu não poderia dividir este momento com a maior parte dos meus amigos e família porque eles não teria dinheiro e tempo hábil para agilizar passagens, visto, etc para estarem conosco e eu tinha aquela "restrição" para sair do país. E novamente outra decisão difícil foi tomada e seguimos adiante com os planos para um casamento simples, no City Hall de San Francisco.

Os poucos amigos e familiares que vieram tornaram este dia muito especial. Um dia inesquecível em que eu passo e repasso na minha memória de tempos em tempos. Eu estava muito feliz, mas ainda existia aquele vazio dentro de mim por conta da limitação em que eu vivia. Indo estudar e sem poder exercer a minha profissão na área de tecnologia no pólo tecnológico do mundo, Silicon Valley, onde moramos. Tive dias de muito choro, muita solidão e muita homesickness. Meu marido procurou o advogado que estava cuidando do processo de green card dele e ele disse com todas as letras, que ir para o Brasil tentar visto de estudante agora casada era 100% chance do visto ser negado, porque a minha intenção claramente era de permanecer no país e não apenas estudar e retornar ao país de origem.

Durante toda esta espera eu tive muita fé, eu precisava ter muita fé em Deus pra não ficar louca e também para não deixar o meu marido triste. Apesar de toda esta limitação, eu tinha uma vida boa e confortável, mas sempre ficava aquele desejo de quero mais. E foi com este desejo de quero mais que decidi encarar a faculdade aqui. Estava cansada de ir pra escola de inglês em San Francisco e apesar dos meus medos, precisava encarar este desafio. E em setembro de 2011 eu entrei numa faculdade americana.

Foram bons dias, mas também dias de tortura pra mim. Nunca tinha sentido o peso da minha idade até sentar numa sala de aula em meio a pessoas com no máximo 20 anos de idade. Não tínhamos nada em comum, vivíamos em outro planeta, mas pelo menos por lá ninguém ficava me perguntando sobre a minha situação de imigrante, como acontecia na escola de inglês. Eu era uma pessoa no meio de um monte de estranhos e isto foi algo que mexeu muito com o meu coração, porque a solidão e o isolamento bateu muito forte. Foi preciso manter focada no meu objetivo principal, no amor ao meu marido e a Deus, acima de tudo para conseguir superar estas dificuldades. Na minha jornada eu não encontrei ninguém que estivesse em situação parecida, então os conselhos por mais bem-intencionados, as vezes não ajudavam muito. Muitos não entendiam sequer porque estava reclamando e triste, já que eu morava no paraíso chamado Califórnia e tinha um bom marido, boa casa. E eu não reclamava, nunca reclamei. O que sempre me incomodou demais foi o isolamento e a minha falta de liberdade para fazer o que eu quisesse e bem entendesse...

Então em outubro de 2012, numa manhã antes da faculdade, meu marido olhou o site do visa bulletin e viu que a data do processo dele finalmente estava atual e o processo do green card dele iria em andamento! No nosso caso, como ele ainda não tinha recebido o green card, eu poderia ser incluída no processo dele assim que ficasse atual como dependente. Aí foi aquela correria boa de fazer exames médicos, tirar fotos e esperar até o dia 1 de novembro para enviar os meus documentos para a imigração.

Foi uma alegria muito grande quando no final de novembro o meu marido recebeu a aprovação do pedido de green card dele e em alguns dias recebeu o cartão em mãos. Durante o início até o recebimento do cartão foram 8 anos de espera! Apesar de estar muito feliz e eu querer fazer a maior festa do mundo, ele ainda não estava 100% feliz porque queria que o meu green card fosse aprovado logo, porque assim eu teria a minha liberdade de volta e poderia finalmente visitar minha família no Brasil, Escócia e Canadá. Os advogados não sabiam dizer quanto tempo iria demorar o meu processo, tudo ocorreu conforme os livros do recebimento dos documentos, as cartas de confirmação do processso e a carta para fazer os biometrics, ou seja, as impressões digitais e a foto. No meio de dezembro foi o que eu fiz e entrava de vez em quando no site para ver se havia alguma mudança. E nada!

Viajamos para o Colorado no Natal e assim que aterrissamos no aeroporto de San Francisco, liguei o meu celular e vi que tinha 2 emails. Um era a devocional diária que recebo por email e a outra era o USCIS! Eu abri correndo e quase gritei ali mesmo dentro do avião ao ler que o meu green card tinha sido aprovado naquele mesmo dia! O meu marido ficou com olhos cheio de lágrimas, uma felicidade indescritível. Finalmente aquela espera tinha acabado e eu tinha recuperado a minha liberdade de volta. E finalmente, depois de 5 anos e 10 meses morando aqui, casando, comprando casa, pagando imposto... finalmente eu posso dizer que os Estados Unidos virou o meu lar.

Sexta-feira passada o cartão chegou em casa e eu fiquei olhando boba, sem acreditar. Porque o meu green card é baseado no do meu marido na categoria de trabalho, eu não tive que fazer nenhuma entrevista, mandar nenhum papel além da certidão de casamento para provar nosso relacionamento e a maior surpresa de todas é que tem validade de 10 anos já. A primeira coisa que fiz foi avisar a faculdade para cancelar o meu visto de estudante.

As viagens para o Brasil, Canadá e Escócia estão marcadas e todos estão muito ansiosos e felizes. Eu ainda estou reorganizando a minha vida com a minha recém adquirida liberdade. Muitos planos, muitos sonhos porque eu sei que a jornada não terminou aqui, mas está apenas começando. E agora mais do que nunca, ao chegar no aeroporto em San Francisco e ouvir o "Welcome to San Francisco", posso com convicção e alegria dizer: Home, sweet home...


Comments

  1. Paulistana,

    Primeiro quero dizer que estou extremamente emocionada e não é pelo fato de eu ser uma imigrante a espera do GC e sim pela sua fé e determinação.

    Esse post é algo que eu precisava ler hoje, é a prova de que Deus cuida da gente mesmo qnd a gente pensa que está só, ou qnd perdemos as forças.

    Desejo viagens lindas pela Escócia, Canadá e Brasil, q vc conheça novos membros de sua família, que vc se sinta livre, em casa.

    Muito, muito, muito obg por dividir sua história comigo. Jamais vou esquecer que o importante mesmo é nunca desistir e que NA HORA certa a gente recebe o q é nosso.

    Beijo grande,

    Rebeca
    xoxo

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  2. Menina, foi uma espera árdua, mas quando Deus resolveu, te exaltou mesmo! Glórias sejam dada ao nome do Senhor :)

    Pra você ver que quando Deus quer agir! Só precisou de 2 meses e o seu green card chegou em casa, sem burocraria de entrevista e sem nada.O nosso Deus é assim, age poderosamente e é só pra quem crer!

    Quero deixar aqui uma canção que fala muito ao meu coração que quando os milagres acontecem, eu vejo o quanto Deus foi fiel!

    Agora é só celebrar mesmo!:) - Parabéns :)

    música:

    https://www.youtube.com/watch?v=CrKqHn2ttQs

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  3. Que lindo seu post!!! Amei acompanhar sua jornada e melhor de tudo, o seu sucesso! Siga sempre em frente Paulistana pq o segredo do sucesso é não desistir nunca! Bjs....judy

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  6. obrigada por dividir sua historia.

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  7. Eliana, quanta determinacao e forca de vontade!! Nao consigo nem imaginar como deve ter sido todos estes anos, de certa forma presa a burocracia! Fiquei um ano sem visitar minha familia e foi depressao total :( Agora vc tem sua liberdade total de novo!! 2013 comecou bem, e que vc faca todasas viagens planejadas, mtas outras e siga em frente com os novos projetos. O ceu e' o limite :) Bjusss e Parabens por mais esta conquista!

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  8. Rebeca: Fico feliz que de alguma forma a minha história tenha lhe dado forças e esperança. Tenho certeza de que o seu green card será aprovado logo também!

    Gisley: Obrigada pela canção é realmente muito bonita! E a forma como as coisas aconteceram mostrou para nós que Deus estava e está no comando de todas as coisas.

    Judy: Obrigada pelas palavras carinhosas :-)

    Lia: Muito obrigada, que Deus abençoe também os seus projetos para 2013!

    Anonymous: Foi um prazer escrever este post.

    Aline: REalmente agora o céu é o limite! Estamos muito felizes e 2013 será sem dúvida um ano de mudanças. Espero que seja um bom ano para você também!

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  9. Obrigada pelo carinho lá no blog e pelo reminder que a crítica é muito perigosa mesmo. uma semana abençoada pra vc querida!!!

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  10. Uau, parabéns pela sua vitória.
    Mesmo com todos os desafios, é muito emocionante o testemunho da sua jornada e fico muito feliz com a sua vitória/.
    Isso aí. Que 2013 venha cheio de sonhos realizados, muita saúde, paz, sucesso e felicididade.

    Que o Senhor Deus continue te abênçoando grandemente.

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  11. Menina, eu ja estava ficando agoniada apenas lendo todo esse martirio para conseguir o Green Card imagino voce que esperou todos esses anos =S

    O bom eh que agora voce esta realizada 100%, tudo pela sua perseveranca, amor e fe.

    Que Deus continue cuidando muito bem de voce ;)

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  12. Cintia: Eu é quem agradeço pelas ótimas mensagens que você escreve no seu blog! Boa semana pra você também!

    Beth: Obrigada pelas palavras carinhosas, que Deus abençoe ricamente o seu 2013 e que você obtenha muito sucesso nos seus objetivos também!

    Thabata: Sei que um dia esta história teria um final feliz, mas foram tantos altos e baixos que quando finalmente aconteceu eu quase não acreditei!! Obrigada pelo carinho, que você tenha um ótimo ano também!

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  13. Lia, eu li o seu comentário e fiquei agradecida pelo carinho e pelas palavras. Infelizmente deletei sem querer, pois havia chegado duplicado e estava organizando os comments.

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  14. Poxa, que bacana! Imagino a sua felicidade mesmo. Tb passei por uma experiência parecida na Inglaterra onde minha vida ficou suspensa por 2 anos e meio devido a burocracia de visto e depois de terem perdidos todos os nossos documentos, voltei ao Brasil e lá meu visto, junto a embaixada, saiu em 1 semana! Nossa, até hoje me dá indignação qdo lembro disso. As vezes penso que foi destino ou muita falta de sorte, mas não dá pra voltar no tempo, mas te digo q aqueles 2 anos e meio foram bem estressantes e cheios de problemas. Agora já tem quase 10 anos q moro aqui e tudo aquilo virou apenas uma lembrança e história para contar aos filhos.
    Boa sorte e aproveite muito seu novo status!
    Beijão

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  15. Oi Fernanda!
    Imagino a mistura de alívio e ao mesmo tempo de raiva por ter resolvido o seu visto de forma rápida no Brasil. Tenho certeza de que os 2 anos que você esperou o seu visto não foi fácil, mas você também aprendeu lições preciosas nesta época. Sem dúvida nenhuma será uma história para contar para os filhos!
    Obrigada pela sua visita e comentário

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  16. Oi!! Vi seu relato e achei bem interessante. Precisamos aprender a esperar e confiar em Deus, Ele sempre quer o melhor para nós!!
    Acabei de mudar para São Francisco, essa semana. Meu marido foi tranferido pela empresa. Gostaria , se possível, que você me desses dicas de cursos de inglês, e outras coisa ... estou um pouco perdida.. grata, emilia

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