Eu sou de São Paulo. Da periferia da zona sul da cidade.
Violência é algo que fazia parte do meu dia-a-dia, no sentido de estar sempre alerta quando estava na rua. Lembro que a minha mãe me obrigava a andar com "dinheiro pro ladrão" dentro da carteira (um dinheiro que ficava reserva e que eu entregasse caso fosse assaltada) porque assim ele não ficaria com raiva e fizesse "uma maldade" comigo.
E eu saí de São Paulo, mas São Paulo não saiu de mim. Mesmo morando num lugar muito mais seguro, onde a maioria das pessoas andam por aí despreocupadas com seus pertences pessoais sejam celulares de última geração, jóias, relógios, carros caros. Todos se sentem seguros e os americanos, em sua maioria vivem na bolha da segurança e da crença de que "aqui é um lugar seguro/ isto nunca vai acontecer comigo."
Infeizmente tenho percebido através do noticiário que os "crimes de oportunidade" estão aumentando por aqui. Lógico que não se compara com a proporção de São Paulo (nem dá para comparar já que só Sampa tem mais de 3x o tamanho da região da Bay Area), mas é infelizmente comum ler notícias e ver reportagem de assaltos e furtos.
Para vocês terem uma idéia, um dos lugares mais arriscados para "se perder" um Iphone é dentro de ônibus em San Francisco. Há grupos que simplesmente arrancam o aparelho da pessoa enquanto ela está distraidamente usando no ônibus, dá sinal e sai correndo quando a porta abre. O aparelho é vendido ou trocado por drogas e as chances de recuperá-lo são muito difíceis.
O aumento deste tipo de coisa é uma combinação de fatores, acredito eu. Primeiro de tudo a crise financeira que ainda está afetando a região. O seguro-desemprego foi cortado de milhares de pessoas na região e a gente sabe que infelizmente é na época de crise que muitos com a oportunidade de dinheiro fácil/necessidade acabam tomando atitudes desesperadas. O segundo fator, acredito que é aquele senso de segurança que as pessoas tem e não tomam cuidados básicos, o que eu e você chamaríamos de bom-senso.
Pensa bem... você deixaria a chave reserva do seu carro dentro dele a porta destrancada? Pois é... uma mulher deixou e teve o carro roubado e ela diz que achou que tinha se mudado para um lugar seguro, mas que agora, veja bem, AGORA aprendeu a lição e vai trancar a porta do carro. Várias vezes os policiais aparecem dando "dicas" de segurança dizendo para os moradores "tranquem as portas das suas casas"... eu até entendo a inocência destas pessoas porque simplesmente eles nunca tiveram que viver num lugar onde houvesse violência, mas bom senso que é bom parece que está faltando em muita gente por aqui.
Eu só fico imaginando como é que o pessoal lá em Sampa iria reagir vendo um vídeo como este, que saiu esta semana no jornal local...
Desculpem não traduzir o vídeo que se encontra no link abaixo, mas basicamente está dizendo o aumento de furtos em casa e carros que estão simplesmente com portas abertas numa vizinhança considerada tranquila e de média classe. A mulher de vermelho da reportagem foi a que eu citei aí em cima, tinha acabado de se mudar na região e teve o Audi roubado praticamente na porta de casa às 5pm.
Reportagem sobre furtos em Alameda County
Por tanto, não importa onde esteja - fique sempre de olhos abertos! Trombadinha, ladrão e gente ruim tem em todo lugar do mundo, viu!! Conheço gente que já foi roubada nos lugares mais "chiques e seguros"do mundo - Paris, Londres, New York, Orlando, Roma, etc, etc. Quando for viajar não deixe o bom-senso em casa. :-)
6 anos de Califórnia...
13 de fevereiro de 2008.
Depois de um vôo perdido, uma viagem cansativa, coração cheio de medos, dúvidas, saudades. Avisto água, água, água e o avião vai baixando e eu não vejo sinal do aeroporto. Aparece uma ponte enoooorme no meio da água - a San Mateo Bridge - e eu fico me perguntando cadê o aeroporto, meu Deus???
O avião fica mais baixo e o meu coração acelera mais até finalmente ver a pontinha da pista e o avião tocar no chão. Era uma tarde linda, céu azul sem nuvens, um tempinho até gostoso pra quem tinha acabado de sair de uma nevasca na outra costa. E o capitão disse: "Welcome to San Francisco" e o meu coração pulou de alegria e medo. "Estou na Califórnia, meu Deus do céu! Não acredito!!". Era muito surreal. Dali a alguns minutos estaria atravessando a Golden Gate Bridge para ir pra minha casa temporária. A emoção foi enorme, aquele cartão postal que via em fotos e filmes estava ali, diante de mim com o seu majestoso vermelho-ferrugem contrastando com as montanhas verdes e o céu azul. A sensação de atravessar aquela ponte pra mim nunca mudou. Ela faz parte da história da minha vida. Mal sabia eu que o meu primeiro date, com o amor da minha vida e agora meu marido seria ali. Mal sabia eu que iria passear por lá para esquecer problemas, para levar amigos que visitam e que seria pano de fundo da foto mais linda do dia do meu casamento.
Desde aquele dia tanta coisa mudou na minha vida, é até difícil colocar em palavras o que a Califórnia significa pra mim. Tem dias que a odeio, tem dias que penso que jamais irei sair daqui.
Só sei que depois de 6 anos neste lugar, o coração não palpita mais quando vejo as águas antes do avião aterrisar chegando em San Francisco ou os prédios agora já tão familiares chegando em San Jose.
E quando escuto o capitão dizer "Welcome to San Francisco" ou "Welcome to San Jose". O meu coração fica feliz e sente paz porque sei que cheguei em casa. Meu lar, doce lar.
Depois de um vôo perdido, uma viagem cansativa, coração cheio de medos, dúvidas, saudades. Avisto água, água, água e o avião vai baixando e eu não vejo sinal do aeroporto. Aparece uma ponte enoooorme no meio da água - a San Mateo Bridge - e eu fico me perguntando cadê o aeroporto, meu Deus???
O avião fica mais baixo e o meu coração acelera mais até finalmente ver a pontinha da pista e o avião tocar no chão. Era uma tarde linda, céu azul sem nuvens, um tempinho até gostoso pra quem tinha acabado de sair de uma nevasca na outra costa. E o capitão disse: "Welcome to San Francisco" e o meu coração pulou de alegria e medo. "Estou na Califórnia, meu Deus do céu! Não acredito!!". Era muito surreal. Dali a alguns minutos estaria atravessando a Golden Gate Bridge para ir pra minha casa temporária. A emoção foi enorme, aquele cartão postal que via em fotos e filmes estava ali, diante de mim com o seu majestoso vermelho-ferrugem contrastando com as montanhas verdes e o céu azul. A sensação de atravessar aquela ponte pra mim nunca mudou. Ela faz parte da história da minha vida. Mal sabia eu que o meu primeiro date, com o amor da minha vida e agora meu marido seria ali. Mal sabia eu que iria passear por lá para esquecer problemas, para levar amigos que visitam e que seria pano de fundo da foto mais linda do dia do meu casamento.
Desde aquele dia tanta coisa mudou na minha vida, é até difícil colocar em palavras o que a Califórnia significa pra mim. Tem dias que a odeio, tem dias que penso que jamais irei sair daqui.
Só sei que depois de 6 anos neste lugar, o coração não palpita mais quando vejo as águas antes do avião aterrisar chegando em San Francisco ou os prédios agora já tão familiares chegando em San Jose.
E quando escuto o capitão dizer "Welcome to San Francisco" ou "Welcome to San Jose". O meu coração fica feliz e sente paz porque sei que cheguei em casa. Meu lar, doce lar.
| Primeira travessia na Golden Gate Bridge |
| No nosso casamento... |
Um dia de cada vez.
É exatamente assim que tenho vivido desde o dia 13 de janeiro.
Como havia comentado no post anterior, fui internada e fiquei no hospital por 1 semana porque os meus rins estavam parando de funcionar, e porque eles não estavam fazendo a limpeza devida o meu corpo estava praticamente sendo envenenada colocando-me em risco de problemas no coração.
E tudo isto aconteceu por causa de uma doença do sistema imunológico chamada Lupus. Eu já tinha ouvido falar da doença, mas tudo o que eu sabia era que a pessoa que tinha tomava cortisol pra controlar e precisava ficar longe do Sol. Lupus é muito mais sério do que isto.
Pra resumir a história: o sistema imunológico dá um piriri e começa a atacar outros órgãos e tecidos do próprio corpo como sendo corpos "estranhos". No meu caso, a Lupus atacou os rins provocando toda a confusão descrita acima.
Do susto inicial - médico falando em hemodiálise, transplante de rins, quimioterapia. As coisas estão bem melhores, mas o meu estado ainda é considerado sério já que os rins ainda estão se recuperando e estou tomando "lite quimio"em casa. Os medicamentos estão ajudando a colocar ordem na casa, mas será um processo que durará alguns meses para ficar recuperada. Alguns dias estou bem, disposta até esqueço que estou doente. Há dias que já acordo cansada e estes dias são os mais difíceis porque começa uma batalha muito grande na mente. Da mente estar a 220km/h e o corpo ir a 5km/h.
É literalmente viver um dia, um momento de cada vez. E fazer o melhor a cada dia e se alegrar com as pequenas alegrias e pequenas conquistas em rumo a recuperação.
Dou graças a Deus todos os dias pelo suporte e amor incondicional do meu marido e o carinho da minha família e de amigos distantes e dos poucos amigos que estão perto dando força tanto para mim quanto para ele. Também dou graças a Deus por toda equipe médica e enfermeiros que me atenderam e cuidaram de mim, e por ter a tranquilidade em saber que recebi o melhor atendimento e tratamento disponíveis.
Pode parecer loucura, mas agradeço à Ele também por ter acontecido assim, de repente, de forma "súbita" porque a Lupus é uma doença que se mascara em outras enfermidades e muitas vezes passam se anos sem ser diagnosticada. Agora que eu sei o diagnóstico, vi que meu corpo deu vários sinais que eu ou ignorei ou pensei que fossem outras coisas.
Dou graças a Deus porque não sinto dores e acima de tudo porque sinto uma paz profunda que sei que vem Dele dentro do meu coração.
Toda esta situação me fez enxergar a vida de uma forma diferente. Sou obrigada a ver a vida de uma forma diferente. Acho que isto acontece com todo mundo que se dá conta do quanto a vida é frágil. A visão do mundo, das prioridades, das pessoas, dos problemas, de si mesmo muda. E depende de cada um escolher qual será esta nova visão.
Poderia estar com raiva de tudo e de todos, querendo entender o porque disto estar acontecendo comigo e ficar amargurada e triste. Mas isto iria me ajudar na minha recuperação? Iria ajudar as pessoas ao meu redor?
Então eu escolhi encarar isto como mais um desafio, mais uma tempestade a enfrentar e que me deixará mais forte, uma pessoa melhor. As pessoas estranham o meu otimismo, dizem que eu nem pareço doente, mas se eu ficar chorando não vai adiantar nada, certo? Confesso que a força não vem de mim, eu sou humana, tudo é muito confuso e tenho que aprender tanta coisa sobre a doença, sobre efeitos colaterais, sobre os medicamentos. Mas eu tenho Deus acima de tudo e Ele me dá forças todos os dias para me sustentar, me guiar, me dar paz e me dar sabedoria para na medida do possível tentar retomar aos poucos a minha "antiga rotina".
Obrigada àqueles que enviaram votos de melhoras no post anterior. Foram recebidos com muito carinho.
Para saber mais sobre Lupus:
www.lupus.org - em inglês
www.lupus.org.br em português.
Como havia comentado no post anterior, fui internada e fiquei no hospital por 1 semana porque os meus rins estavam parando de funcionar, e porque eles não estavam fazendo a limpeza devida o meu corpo estava praticamente sendo envenenada colocando-me em risco de problemas no coração.
E tudo isto aconteceu por causa de uma doença do sistema imunológico chamada Lupus. Eu já tinha ouvido falar da doença, mas tudo o que eu sabia era que a pessoa que tinha tomava cortisol pra controlar e precisava ficar longe do Sol. Lupus é muito mais sério do que isto.
Pra resumir a história: o sistema imunológico dá um piriri e começa a atacar outros órgãos e tecidos do próprio corpo como sendo corpos "estranhos". No meu caso, a Lupus atacou os rins provocando toda a confusão descrita acima.
Do susto inicial - médico falando em hemodiálise, transplante de rins, quimioterapia. As coisas estão bem melhores, mas o meu estado ainda é considerado sério já que os rins ainda estão se recuperando e estou tomando "lite quimio"em casa. Os medicamentos estão ajudando a colocar ordem na casa, mas será um processo que durará alguns meses para ficar recuperada. Alguns dias estou bem, disposta até esqueço que estou doente. Há dias que já acordo cansada e estes dias são os mais difíceis porque começa uma batalha muito grande na mente. Da mente estar a 220km/h e o corpo ir a 5km/h.
É literalmente viver um dia, um momento de cada vez. E fazer o melhor a cada dia e se alegrar com as pequenas alegrias e pequenas conquistas em rumo a recuperação.
Dou graças a Deus todos os dias pelo suporte e amor incondicional do meu marido e o carinho da minha família e de amigos distantes e dos poucos amigos que estão perto dando força tanto para mim quanto para ele. Também dou graças a Deus por toda equipe médica e enfermeiros que me atenderam e cuidaram de mim, e por ter a tranquilidade em saber que recebi o melhor atendimento e tratamento disponíveis.
Pode parecer loucura, mas agradeço à Ele também por ter acontecido assim, de repente, de forma "súbita" porque a Lupus é uma doença que se mascara em outras enfermidades e muitas vezes passam se anos sem ser diagnosticada. Agora que eu sei o diagnóstico, vi que meu corpo deu vários sinais que eu ou ignorei ou pensei que fossem outras coisas.
Dou graças a Deus porque não sinto dores e acima de tudo porque sinto uma paz profunda que sei que vem Dele dentro do meu coração.
Toda esta situação me fez enxergar a vida de uma forma diferente. Sou obrigada a ver a vida de uma forma diferente. Acho que isto acontece com todo mundo que se dá conta do quanto a vida é frágil. A visão do mundo, das prioridades, das pessoas, dos problemas, de si mesmo muda. E depende de cada um escolher qual será esta nova visão.
Poderia estar com raiva de tudo e de todos, querendo entender o porque disto estar acontecendo comigo e ficar amargurada e triste. Mas isto iria me ajudar na minha recuperação? Iria ajudar as pessoas ao meu redor?
Então eu escolhi encarar isto como mais um desafio, mais uma tempestade a enfrentar e que me deixará mais forte, uma pessoa melhor. As pessoas estranham o meu otimismo, dizem que eu nem pareço doente, mas se eu ficar chorando não vai adiantar nada, certo? Confesso que a força não vem de mim, eu sou humana, tudo é muito confuso e tenho que aprender tanta coisa sobre a doença, sobre efeitos colaterais, sobre os medicamentos. Mas eu tenho Deus acima de tudo e Ele me dá forças todos os dias para me sustentar, me guiar, me dar paz e me dar sabedoria para na medida do possível tentar retomar aos poucos a minha "antiga rotina".
Obrigada àqueles que enviaram votos de melhoras no post anterior. Foram recebidos com muito carinho.
Para saber mais sobre Lupus:
www.lupus.org - em inglês
www.lupus.org.br em português.
Então é 2014... e a mudança veio com tudo...
Jamais iria imaginar o quanto a minha vida iria mudar do último post de 2013 até agora.
Festas de final de ano com a família do marido no continente velho, uma alergia chata para tratar por lá, retorno caótico para os US por conta das nevascas da outra costa.
E quando finalmente chego em casa fico muito doente o que aparentemente era um caso de desidratação era algo muito mais sério. Os rins não estavam funcionando e depois de vários exames foi encontrado um diagnóstico: Lupus.
E só de imaginar que terminei o ano de 2013 pedindo muita, muita saúde... apesar dos pesares estou bem e o tratamento está só começando, mas tenho fé em Deus que depois que esta crise passar as coisas ficarão mais fáceis. Agora estou aprendendo tudo o que posso sobre a doença para auxiliar minha recuperação e para passar para a família e amigos.
"Tudo posso naquele que me fortalece"(Filipenses 4:13). Posso não ter a menor idéia do que o futuro me trará, mas sei que Deus está comigo e que tudo ficará bem.
Festas de final de ano com a família do marido no continente velho, uma alergia chata para tratar por lá, retorno caótico para os US por conta das nevascas da outra costa.
E quando finalmente chego em casa fico muito doente o que aparentemente era um caso de desidratação era algo muito mais sério. Os rins não estavam funcionando e depois de vários exames foi encontrado um diagnóstico: Lupus.
E só de imaginar que terminei o ano de 2013 pedindo muita, muita saúde... apesar dos pesares estou bem e o tratamento está só começando, mas tenho fé em Deus que depois que esta crise passar as coisas ficarão mais fáceis. Agora estou aprendendo tudo o que posso sobre a doença para auxiliar minha recuperação e para passar para a família e amigos.
"Tudo posso naquele que me fortalece"(Filipenses 4:13). Posso não ter a menor idéia do que o futuro me trará, mas sei que Deus está comigo e que tudo ficará bem.
Até 2014!!!
Chegou novamente aquela época do ano de olhar para trás e ver tudo o que aconteceu durante o ano e fazer milhões de planos para o ano que se aproxima.
Aproveitei muito o começo de dezembro para ver decorações de Natal pela cidade, participar do musical de Natal da igreja e ir à San Francisco para ver o Santa Con - o encontro de muitas pessoas vestidas de Papai Noel/ Mamãe Noel/ Elfo/ Rena / Árvore de Natal com o único intuito de ir de bar em bar encher a cara... tinha todo tipo de papai noel, até 2 pelados que só tinha um chapéu na cabeça... coisas que a gente só vê em San Francisco...
A cidade está bem enfeitada e a casa de biscoito de gengibre de 2 andares estava linda no hotel Fairmont. Ai que cheiro maravilhoso dentro da casa, uma vontade de morder um pedaço daquela casinha!
Mas enfim, com uma semana para a chegada do Natal, sei que ficarei na correria e provavelmente só irei retornar por aqui em 2014... sou muito grata a Deus por tudo de bom que aconteceu em 2013, emprego novo, amizades novas, a oportunidade de estar ao lado de amigos e família e boa saúde!
O que espero para 2014 é muita, muita saúde!
Um bom Natal a todos e um ótimo 2014!!!
Aproveitei muito o começo de dezembro para ver decorações de Natal pela cidade, participar do musical de Natal da igreja e ir à San Francisco para ver o Santa Con - o encontro de muitas pessoas vestidas de Papai Noel/ Mamãe Noel/ Elfo/ Rena / Árvore de Natal com o único intuito de ir de bar em bar encher a cara... tinha todo tipo de papai noel, até 2 pelados que só tinha um chapéu na cabeça... coisas que a gente só vê em San Francisco...
A cidade está bem enfeitada e a casa de biscoito de gengibre de 2 andares estava linda no hotel Fairmont. Ai que cheiro maravilhoso dentro da casa, uma vontade de morder um pedaço daquela casinha!
Mas enfim, com uma semana para a chegada do Natal, sei que ficarei na correria e provavelmente só irei retornar por aqui em 2014... sou muito grata a Deus por tudo de bom que aconteceu em 2013, emprego novo, amizades novas, a oportunidade de estar ao lado de amigos e família e boa saúde!
O que espero para 2014 é muita, muita saúde!
Um bom Natal a todos e um ótimo 2014!!!
Quando olho para o mundo...
... enxergo um mundo carente de amor.
Uns dias atrás li um post curtinho, mas sobre um assunto tão verdadeiro e tão profundo no blog da Bah sobre ser gentil com outras pessoas porque a gente não tem a menor idéia do que eles estão enfrentando...
E pra ser sincera, ser gentil, dar bom dia, respirar 10 segundos a mais pra não dar resposta mal-educada, ajudar, doar seu tempo ou dinheiro, ligar, escrever uma carta, dar palavras de consolo ou simplesmente emprestar um ouvido... as pessoas estão carentes destas coisas, porque neste mundo em que vivemos parece que tudo é tão focado no eu, eu eu eu eu eu eu e na perfeita imagem das redes sociais, que há muitos por aí escondendo por trás de um sorriso uma dor imensa que está prestes a ser dividida com aquele que ao menos parar um minuto para perguntar e escutar a resposta do: "Como você está?".
Quando eu tiro o foco da minha dor e estendo a mão para a pessoa que está próxima de mim, sinto que de uma forma ou de outra as minhas necessidades são supridas e também acabo sendo enriquecida com histórias de vida, lições de garra e superação que jamais seria descobertas se eu continuasse olhando pra mim mesma e pros meus problemas.
Uns dias atrás li um post curtinho, mas sobre um assunto tão verdadeiro e tão profundo no blog da Bah sobre ser gentil com outras pessoas porque a gente não tem a menor idéia do que eles estão enfrentando...
E pra ser sincera, ser gentil, dar bom dia, respirar 10 segundos a mais pra não dar resposta mal-educada, ajudar, doar seu tempo ou dinheiro, ligar, escrever uma carta, dar palavras de consolo ou simplesmente emprestar um ouvido... as pessoas estão carentes destas coisas, porque neste mundo em que vivemos parece que tudo é tão focado no eu, eu eu eu eu eu eu e na perfeita imagem das redes sociais, que há muitos por aí escondendo por trás de um sorriso uma dor imensa que está prestes a ser dividida com aquele que ao menos parar um minuto para perguntar e escutar a resposta do: "Como você está?".
Quando eu tiro o foco da minha dor e estendo a mão para a pessoa que está próxima de mim, sinto que de uma forma ou de outra as minhas necessidades são supridas e também acabo sendo enriquecida com histórias de vida, lições de garra e superação que jamais seria descobertas se eu continuasse olhando pra mim mesma e pros meus problemas.
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