São Paulo...

Então nos encontramos novamente. Fazia apenas 1 ano e meio que tínhamos nos visto, depois de longos anos separadas.
Em minha memória haviam doces lembranças da época em que fazíamos parte da vida uma da outra. Dividimos tudo até os meus 25 anos de idade, quando parti. Saí dela, mas ela não saiu de mim. Para onde fui levei comigo o que aprendi passeando por suas ruas, sempre com um olhar desconfiado e um passo apressado. O céu cinza nunca me incomodou. Nunca tinha reparado no seu forte cheiro de gasolina misturado com poeira. O trânsito, sua marca registrada, nunca me preocupou ou irritou. A violência tão presente nos noticiários, nunca impediu que saísse de casa.
Mas São Paulo mudou. Ou será que fui eu que mudei tanto assim?
Tudo pareceu mais caótico, mais cheio, mais triste, mais cinza.
Pela primeira vez, me senti perdida mesmo passando por ruas tão familiares.
Era tanto barulho, tanta gente que mal conseguia escutar os meus pensamentos e o meu coração.
Senti-me solitária, senti vontade de voltar pra casa. E foi aí que percebi, que aquele não era mais o meu lar. Fui tratada como estranha na minha própria cidade. E tudo isto doeu demais.
Acho que São Paulo também sentiu a mesma dor, a dor da nossa separação... porque quando nos despedimos choveu sem parar...

Bem-vindo à terra do intolerante à lactose, gluten, ovos, vegano, vegetariano...

Se você tem algum tipo de restrição alimentar ou segue uma dieta específica a Bay Area é um dos melhores lugares do mundo para se morar. As pessoas respeitam e fazem de tudo para acomodar restrições alimentares sejam elas por conta de problemas de saúde ou apenas estilo de vida ou adotadas por questões religiosas.
Vou ser bem sincera que eu nunca tinha pensado muito sobre este tipo de coisa até ter me mudado para os Estados Unidos. Cresci numa casa onde a comida era posta no prato e se você quiser comer, comia, senão ficava sem comer. Cada uma das minhas irmãs tinham uma determinada preferência, como por exemplo a minha irmã mais nova não toma leite ou come nada que venha na forma de creme como strogonoff, requeijão, etc. Pra mim, aquilo era uma frescura, mas a gente sempre respeitou os gostos dela (apesar de quando crianças sempre tentar dar uma forçadinha pra ela comer estas coisas, até perceber que não tinha jeito, ela não comia e pronto). Nunca tinha conhecido uma pessoa que era por exemplo, alérgica à lactose.
O meu primeiro encontro com a realidade de alergia à comida foi quando fui ao McDonald's assim que cheguei nos EUA e pedi um sundae de chocolate. Para a minha surpresa o Sundae veio sem os amendoins em cima, o que eu achei muito estranho mas não quis perguntar sobre isto para o atendente. Ao retornar para casa perguntei para o meu host dad porque o sundae não tinha o amendoim e ele me explicou que muitas pessoas nos EUA eram alérgicas à amendoim e por isto como medida de segurança os amendoins do Sundae são entregues em saquinhos para quem pedir, assim não há contaminação dos outros alimentos. Lembro-me de ter ficado chocada com o fato de alguém ser alérgico à amendoim e muito mais por muitas pessoas nos EUA terem este tipo de alergia.
Ao me mudar para a Califórnia eu descobri que restrições alimentares não aconteciam apenas por conta de alergias, mas também por conta de filosofias de vida e também questões religiosas. Aqui aprendi o que era vegano, dieta paleolítica, alimentação gluten-free e também alimentos kosher.
Como eu trabalhei com crianças por vários anos aqui, era comum lidar com algum tipo destas restrições quando ajudava as mães a preparar algum tipo de playdate (encontro para as crianças brincarem), festas de aniversário e até mesmo preparar o lanche para a escola. Aqui eles levam muito a sério esta questão alimentar, respeitam e fazem de tudo para acomodar todo mundo o que é bom por um lado, mas confesso que enche o saco por outro lado também.
Lembro-me que uma das crianças da qual eu cuidava estudava numa classe onde um dos coleguinhas era extremamente alérgico à qualquer tipo de nozes, então sempre que eu ia fazer o lanchinho para levar para a escola eu tinha que ter certeza de que não havia nada no lanche do meu menino que tivesse nozes.  Claro que no caso era uma criança de apenas 4 anos de idade e a escola pequena estava preocupada já que ela era extremamente alérgica à nozes e qualquer contato poderia levar esta criança para o hospital, porém eu fico pensando até que ponto todas as pessoas ao redor devem fazer o esforço de mudar seus hábitos alimentares para acomodar uma pessoa com determinada restrição. Às vezes eu fico pensando neste tipo de coisa quando viajo de avião por exemplo... nunca aconteceu de eu entrar num vôo com alguém extremamente alérgico a nozes, mas o meu marido entrou uma vez e eles pediram para todos os passageiros que não comessem nada que tivesse nozes já que poderia passar algum traço para o ar condicionado e causar problemas para esta pessoa. Imagina se a única coisa que eu tivesse trazido para comer fosse um sanduíche com pasta de amendoim (muito comum por aqui) ou então tivesse comprado cookies com amendôas? Complicado né?
A questão de respeitar e tentar acomodar restrições das dietas é uma das coisas que facilitam e me admira muito no serviço de restaurantes aqui nos EUA, especialmente aqui onde moro. Em todos os restaurantes hoje em dia é possível encontrar pelo menos uma opção sem glúten (que virou modinha agora dieta sem glúten para emagrecer, mas novamente, muitas pessoas aqui nos EUA tem alergia ao glúten e precisam ter uma dieta gluten-free) e há várias opções vegetarianas também. Uma coisa que me deixa contente (e algumas pessoas abusam) é o fato de você pedir que alterações sejam feitas nos pratos do menu, adicionando ou retirando ingredientes do mesmo, o que facilita a vida daqueles que estão com alguma restrição alimentar sem custos adicionais.
Existem por aqui também restaurantes especializados em pratos veganos, que eu nunca tinha ouvido falar até colocar os meus pés aqui na Califórnia, ou seja, comidas que não contenham nenhum ingrediente que tenha origem animal. Comida vegetariana é super fácil de encontrar e confesso que a minha concepção de pratos vegetarianos mudou muito quando vim morar aqui. Antigamente achava que vegetariano vivia de salada e tofu, mas a variedade de pratos é muito grande e a comida é realmente saborosa. Eu particularmente gosto muito de pratos vegetarianos da cozinha Indiana e até mesmo aprendi a cozinhar alguns.
Nunca tinha pensado muito sobre o assunto até eu me deparar com restrição na minha alimentação, no meu caso por conta de saúde, onde precisava limitar a quantidade  de sódio e eliminar completamente o sal de cozinha. No princípio eu achei que jamais iria conseguir encontrar alguma coisa com sabor para comer depois de eliminar o sal da minha dieta, mas descobri as grandes possibilidades de comer bem e com muito sabor sem o nosso amigo branquinho. Outra coisa que percebi é a enorme quantidade de sódio que existem nos alimentos no geral, e fico boba em saber que um aperitivo de um restaurante aqui por exemplo, contém 2x a quantidade total de sódio que eu posso comer em um dia!!!! E como é que eu sei disto? Aqui na Califórnia existe uma lei em que qualquer restaurante que tenha mais do que 10 unidades precisa oferecer ao cliente a tabela nutricional dos alimentos servidos e a grande maioria também disponibiliza esta informação online. Então sempre que vou comer fora eu dou uma olhada para me preparar e pedir as modificações que preciso para poder comer.
O rótulo com informação nutricional dos alimentos ajuda e muito as pessoas que precisam ficar de olho em certos ingredientes proibidos. Aqui os alimentos vendidos nos supermercados possuem informação nutricional com descrição das calorias, quantidade de gordura, açúcar, proteína, fibra, sódio e também a descrição por quantidade do que contém o produto. Qual foi a minha surpresa, por exemplo ao descobrir que o nosso querido Nuttela, que é uma pasta de avelã achocolatada é composto principalmente de açúcar, pois este é o primeiro ingrediente da lista de ingredientes que compõe o produto!!! Ler estes rótulos ajuda bastante quem tem alergia pois por lei é preciso descrever com letras em negrito e em destaque se o produto contém glúten, leites, ovos, nozes ou se é produzido em lugares onde exista a possibilidade de contaminação com os mesmos, já que foi produzido em lugar onde estes alimentos também são manipulados.
Existem diversas teorias sobre esta "alergia" louca que os americanos tem com alimentos e infelizmente parece que está ficando cada vez mais comum encontrar pessoas com algum tipo de alergia alimentar. Algumas pessoas acreditam que o grande consumo de alimentos processados, que contenham high-frutose corn syrup e os alimentos geneticamente modificados estão causando esta epidemia de alergia nas pessoas, por isto o consumo de produtos orgânicos tem crescido e muito por aqui. Se comparado com o Brasil os alimentos orgânicos são bem mais baratos e bem mais acessíveis e sempre que posso compro produtos orgânicos. Uma coisa que não abro mão de jeito nenhum é comprar frango orgânico, pois infelizmente aqui se usa muito antibiótico para fazer com que o frango cresça rápido para o abatimento.
Então, se você tem algum tipo de problema com algum ingrediente ou comida, seja bem vindo ao paraíso do intolerante à lactose, gluten, ovos, veganos e vegetarianos, adeptos da dieta paleo e suas variações também. Aos que querem dizer adeus ao sal e ao sódio, a luta é pouco mais difícil, mas não é impossível encontrar boas opções para comer fora também. O importante é sempre ter uma atitude pró-ativa, não espere que você vá a um jantar na casa de alguém e a pessoa prepare uma comida especial para você. Ofereça de levar a sua própria comida (não há vergonha nenhuma nisto) ou leve um prato que você sabe que pode comer para dividir com outras pessoas, assim se não houver algo que você possa comer, você sabe que tem aquele prato preparado por você como alternativa. Tenho amigos maravilhosos que sempre preparam algo especial pra mim e fico sempre emocionada e agradecida, porque sei que é um trabalho a mais e eles fazem isto com todo cuidado e amor!
E se você não precisa pensar ou ler rótulos antes de comer, sinta-se abençoado e respeite outras pessoas que precisam ter este cuidado. Jamais tire sarro ou ignore quando alguém diz que não pode comer alguma coisa, tentando esconder o alimento porque isto pode trazer consequências seríssimas! Um amigo meu contou que quando seu irmão começou a namorar disse que a namorada tinha alergia a alho e o pai, como bom italiano disse que era balela, afinal, quem é que tem alergia a alho? Ele achou que era frescura por causa do gosto e preparou um banquete italiano regado a muito alho (bem picadinho, claro) para dar boas vindas à nova namorada que nunca tinha comido na casa deles. Pois ela mal começou a almoçar e teve que ser levada às pressas para o pronto-socorro. O sogro ficou morrendo de remorso e demorou um pouco pra namorada confiar comer novamente naquela casa, mas eles aprenderam uma valiosa lição naquele dia: alergia à alimento, pois mais absurdo que seja, não é frescura!

Era onde queria estar...

Um dos meus lugares favoritos em San Francisco - Baker Beach


Walk to End Lupus San Francisco 2014

Hoje, pela primeira vez, participei de uma caminhada com uma causa - o de conscientização da Lupus. Tinha prometido para mim mesma quando estava internada no começo do ano que se minha saúde permitisse, eu estaria no Golden Gate Park participando desta caminhada.
Estava esperando um dia cinzento e frio, mas o dia foi lindo! O clima era bem caloroso e tinha em torno de umas 2.000 pessoas. Ao olhar aquelas pessoas fiquei contente que haviam muitos engajados na causa de angariar fundos para pesquisas que levem a descoberta da cura desta doença e de melhores tratamentos para os pacientes - já que todos disponíveis atualmente são altamente tóxicos.
Eu e minha amiga terminamos a caminhada de 5km em mais ou menos 2 horas, já que a gente ia caminhando tranquilamente, tirando várias fotos e aproveitando o dia.
Abaixo gostaria de compartilhar um pouco do evento...

Começo da caminhada

Porque eu caminho...

Passando pelo jardim botânico

Alguns dos participantes

Jardim Botânico no Golden Gate Park

Eleições presidenciais em San Francisco

Domingo estava um dia lindo em San Francisco. Um pouco quente demais para o meu gosto, mas o dia perfeito de verão - comuns nos meses de setembro/outubro aqui na região.
Acordei super animada para ir para o Consulado votar e fui pra lá sem pressa alguma pois achei que seria bem movimentado mas tranquilo.
Estacionei na estação de metrô mais próxima de casa e fui para o centro de San Francisco de BART, já que tem uma estação bem próxima do consulado. Eu e o meu marido fomos caminhando tranquilamente, até eu chegar na rua próxima do consulado e ver a fila G-I-G-A-N-T-E que dava volta no quarteirão!
Era mais ou menos meio dia e o meu marido falou para eu desistir, mas não tinha como! Já estava ali! Tentei animá-lo dizendo que o ato de votar em si não demora mais do que alguns segundos e lá fomos para a fila... 1h30min depois nós conseguimos entrar no prédio para pegar o elevador e ir até o terceiro andar, onde fica o consulado. A fila era para entrar no prédio e eles foram bem organizados para as pessoas entrarem e saírem dos elevadores. As pessoas estavam animadas, todas pareciam não se incomodar tanto com a fila, batendo papo e fazendo amigos de infância durante a espera...
Chegando dentro do consulado haviam várias "seções", mesas com as urnas eletrônicas. E só havia uma pessoa na minha frente. Infelizmente o meu marido não pôde entrar, ele estava super curioso para ver as urnas e como funcionava o voto.
Acho que fomos a nossa costa foi a última zona a ser fechada e apurada, junto com Vancouver por causa do fuso horário, por isto na volta para casa a maioria dos votos já haviam sido apurados e eu desacreditei totalmente nos resultados que via... ainda não consigo entender como as pessoas gritam e protestam e pedem mudanças mas na hora de fazer algo de concreto para mudar a situação nada muda!  Mas não vou discutir política por aqui. Dia 26 de outubro tentarei fugir da fila, mas estarei mais uma vez presente para fazer a diferença para o meu querido país.
O meu marido queria muito comer comida brasileira mas imaginamos que a maior parte dos brasileiros naquela fila iriam acabar em um ou outro restaurante brasileiro da cidade, então decidimos caminhar até o Ferry Building que tem vários restaurantes e barraquinhas. Gosto tanto da praça em frente ao Ferry Building, tem uma feirinha hippie com várias coisas interessantes para se ver: pinturas, roupas, bijuterias, lembrancinhas... o meu marido comprou uma torta e eu comi um sanduíche do lado de fora olhando as balsas e a movimentação e ouvindo português por todos os cantos também :-).
Antes de ir embora fomos até o pier 7, um dos meus lugares favoritos da cidade, posso ficar lá por horas a fio, mas o calor estava tão grande que tomamos um sorvete e retornamos para casa exaustos!

Fila para votação em San Francisco

Ferry Building - San Francisco

Em frente ao Ferry Building San Francisco
Pier 7 - San Francico (um dos meus lugares favoritos)
Transamérica Building visto do Pier 7 - San Francisco


Acompanhando a apuração dos votos presidenciais pelo telefone 99% concluído (vermelho-Dilma, azul-Áecio, amarelo-Marina)

Carmel-by-the-Sea ... a cidade que conquistou meu coração.

Existe uma pequena cidade litorânea ao Sul do Vale do Silício chamada Carmel-by-the-Sea que é uma cidade que eu amo e nunca me canso de visitar.
Existem na cidade pelo menos duas praias - (Carmel Beach e Carmel River State Beach) que para ser sincera não existe nada de espetacular. A areia é branca e bem fofinha, o Oceano como sempre muito, muito gelado. Já tive o prazer de sentar por algumas horas olhando o mar e ver golfinhos nadando ou lontras marinhas.
A região do centro da cidade é constituída de muitas lojas de arte e joalherias e o único shopping a céu aberto possuem lojas mais caras também. Há vários restaurantes e cafés, mas todos independentes porque existe uma lei na cidade que proibe franquias.
O charme da cidade está exatamente aí, porque as casas e hotéis são a maioria com fachadas de pedras e as árvores do tipo Cypress dão um charme a mais para a região.
Como estamos falando do litoral Norte da Califórnia, não espere dias quentes para aproveitar a praia, pois no verão onde ao Sul (Los Angeles/San Diego) as temperaturas vão às alturas, por aqui o tempo está nublado e frio por conta da neblina. E os dias mais lindos ensolarados são justamente os meses de outono/inverno onde as temperaturas são mais baixas.
Mas pra ser sincera, não importa a época do ano... toda vez que estou com vontade de ver o mar há várias opções de praias mais próximas aqui de casa, mas sempre acabo escolhendo ir para Carmel.
É possível também visitar um parque ecológico para fazer trilhas, observar vida marinha e pássaros chamado Point Lobos, que fica sempre lotado nos finais de semana. Quando fui com o meu marido nós só conseguimos estacionar o carro na estrada e andamos bastante até chegar a entrada do parque, mas valeu a pena. Levamos conosco um lanche e fizemos picnic por lá mesmo, foi um dia cansativo mas bem gostoso.
Carmel é considerada uma cidade muito romântica e por isto muitos casais decidem se casar nas praias da cidade. É bem comum você chegar na praia e estar acontecendo um churrasco, aniversário e também ao final da tarde, as pessoas acendem uma fogueira e reunem os amigos.
É nesta cidade onde também fica o campo de golfe mais famoso dos EUA chamado Pebble Beach. Para ir até lá é preciso pagar 10 dólares na estrada chamada 17 miles drive. Na verdade é um condomínio fechado constituído de vários campos de golfes e mansões que não dá para acreditar que existem!! Durante o percurso das 17 miles, existem alguns pontos turísticos como a Lonely Cypress, uma árvore no topo de um morro sozinha e alguns pontos à beira da praia para ver leões marinhos e lontras. As praias daquela região tem bastante rochas e bastante esquilos também, é sempre bem relaxante dirigir ao lado do mar e sentir a brisa marinha... mas mesmo que você não queira gastar 10 dólares para entrar na 17 miles drive (que aliás é descontado o valor se você comer em um dos restaurantes dos campos de golf), vale a pena passear por esta cidade charmosa e encantadora.
Pebble Beach é como se fosse um resort, tem restaurante, hotel, várias lojas de souvenir e de roupas de golf. Para quem chega no lugar pode se sentir um pouco intimidado pelos "almofadinhas", confesso que a primeira vez que fui lá fiquei meio sem jeito, mas percebi que o lugar é lindo e tanta coisa legal para olhar que mesmo eu que não estou nem aí para golf, sempre acabo me divertindo. Existe um restaurante que é bem caro, mas tem um bar chamado "The tap room" que é tipo pub onde há várias opções de saladas, sanduíches e hamburgues por um preço camarada - e olha, as porções são gigantescas, quando eu pedia um sanduíche por exemplo sempre dividia com alguém.
Digo para o meu marido que se ganharmos na loteria é lá onde irei comprar uma casa e passar os meus dias de aposentada...
Como ainda estava em fase de recuperação quando o nosso aniversário de casamento chegou em agosto, passamos um final de semana super tranquilo e romântico por Carmel, sem fazer nada específico além de caminhar pela praia, conversar e comer. Aproveitamos que também ficamos na cidade e numa tarde ensolarada resolvemos pegar um pouco o trecho da famosa Highway 1 até a cidade chamada Big Sur. É um dos trechos mais bonitos da Highway 1 na minha opinião. É um pouco longe para fazer um bate e volta da minha casa, mas estando em Carmel foi um passeio bem gostoso e tranquilo...
Se você estiver pela região eu recomendo muito uma visita a esta cidade para relaxar e aproveitar a natureza. Infelizmente não tenho muitas fotos da arquitetura apaixonante da cidade, mas vou colocar algumas fotos que tenho dos meus lugares favoritos e que citei aqui neste post. Ai ai, só de olhar já dá vontade de pegar o carro e ir pra lá novamente, vou jogar na loteria pra quem sabe ter a oportunidade de abrir a janela e ver esta paisagem todos os dias :-). Sonhar não custa nada, não é mesmo?

Carmel River State Beach
Carmel Beach
Mission Trail
Carmel Mission - Isto é um museu, mas nós não entramos

Centro da cidade
Centro da cidade

Shopping a céu aberto

Meu café favorito na cidade :-)
Muitas flores sempre pela cidade
A casa dos meus sonhos...

Point Lobos National Park

Point Lobos National Park

Vista da praia Carmel do campo de golf Pebble Beach
O famoso 18th do campo de golf Pebble Beach

O hotel do campo de golfe Pebble Beach
Vista da 17 mile drive
Pôr-do-Sol na Carmel Beach